quinta-feira, 18 de dezembro de 2008

ACONSELHAMENTOS

“Sou estudante de Psicologia e sinto frequentemente dúvidas sobre o modo como devo agir quando
começar a exercer as funções para as quais me estou a treinar. 
Na minha mente não faltam perguntas como:
O que é que as pessoas quererão de mim?
Como deverei responder às solicitações que me são feitas?
Que tipo de ajudas não devo dar?
Como serão aceites as minhas recomendações?
Como psicólogo que já escreveu vários livros entre os quais
SUCESSO ESCOLAR, APOIO PSICOPEDAGÓGICO, REEDUCAR COMO? e ESCOLA – Conflitos: como evitá-los como geri-los?, gostaria que me indicasse o modo como as pessoas fazem os seus pedidos ou apresentam as suas dificuldades quando vão às consultas. Gostaria também que me dissesse que perguntas gostaria que os consulentes não fizessem ou assuntos que não gostaria de tratar.
Agradeço que me indique o modo de fazer um pedido e de o satisfazer na área de Psicologia Educacional.”



Julgo que nas perguntas feitas pelos interessados e nas respostas dadas em vários posts indicados nos blogs a seguir e até na bibliografia que indicou no seu pedido, pode obter exemplos daquilo que deseja a não ser que eu tenha entendido mal a sua pretensão.

Blog Psy for All 
- COMPORTAMENTO IRREGULAR NAS AULAS (21 JUL 2008)
- DIFICULDADES ESCOLARES (28 JUL 2008)

Neste Blog
- INFORMAÇÃO (7 AGO 2008)
- DISLEXIA, (5 SET 2008)
- A PEDAGOGIA EM PORTUGAL (1 OUT 2008)
- DESABAFO (1 OUT 2008)
- DISCIPLINA, STRESS e APRENDIZAGEM (6 NOV 2008)

Além disso, não me posso dar ao luxo de não querer que me façam um determinado tipo de perguntas ou pedidos. Se não conseguir responder ou, pelo menos, dar alguma ajuda, devo dizer claramente que a ajuda está fora do meu alcance ou que, no momento, não posso ser útil. Posso também indicar algum colega que julgue estar mais habilitado do que eu para ajudar a resolver a situação.
Porém, quando os interessados não apresentam o «caso» com clareza, tentam esconder determinados factos «comprometedores» ou «julgados inúteis», a ajuda a dar pode ser insuficiente, inadequada e até errada ou prejudicial.
Também um assunto que me desagrada, como professor, é os alunos pedirem fotocópias de «quadros de apoio» (ppt), ou resumos da matéria que estou a apresentar e cuja bibliografia foi amplamente fornecida e está disponível. Esses resumos ou quadros de apoio deveriam ser elaborados pelos próprios alunos a partir da bibliografia disponível. Caso contrário, que aprendizagem estarão a fazer num curso universtário? Que tipo de profissionais serão no futuro? Que responsabilidade terei na «não-formação» adequada desses alunos se tiver a tentação de aceder aos seus pedidos?

Cada um tem de aprender a relaxar-se e, para isso, tem agora o livro «AUTO{psico}TERAPIA» (P)

Em 2018, já existe na colecção da Biblioterapia o 18º livro «PSICOTERAPIA… através de LIVROS…» (R), destinado a orientar os interessados para a leitura e consulta adequada de livros, desde que desejem enveredar por uma psicoterapia, acções de psicopedadogia, de interacção social e de desenvolvimento pessoal, autonomamente ou com pouca ajuda de especialistas.


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Ver também os posts anteriores sobre BIBLIOTERAPIA
É aconselhável consultar o ÍNDICE REMISSIVO de cada livro editado em post individual.

Blogs relacionados:
TERAPIA ATRAVÉS DE LIVROS para a Biblioterapia

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1 comentário:

compincha.blogspot.com disse...

Este post é interessante. Faz-me lembrar os portugueses que fora deste «jardim à beira-mar plantado» trabalham porque são obrigados a isso. Contudo, são os mais apreciados e «funcionam» muito melhor do que no seu próprio país. O que nós precisamos é de trabalho e iniciativa própria, porque capacidades temos muitas. Estão «escondidas», «esquecidas» e «preguiçosas». Necessitamos de as colocar ao serviço de todos. Bom ano de 2009.